Aloha Pessoas!
Cinema é coisa de outro mundo. É edição. Cortes. É entretenimento. E maravilhoso.
Uma distorção da realidade, então podemos viver outras vidas, conhecer outros lugares, viver em um sonho.
Uma de muitas realidades dentro do sonho da nossa vida.
Não foi perfeito.
Algumas coisas não aconteceram.
Não vi alguma pessoas.
Mas foi bom.

E começou pela manhã, bem longe da alvorada, claro!
Michelle Pfeiffer.
É um bom começo para um dia especial
"Um Dia Especial."
"One Fine Day"
Michelle Pfeiffer
E George Clooney
.
Um filme que vale a pena ver. Sem pretensões junto à Academia, perfeito para um dia tranquilo, ideal para sessão da tarde, o que representa nos tempo atuais... um dia especial.
Personagens simples, parecidos com pessoas reais, quase nos estereótipos,
mas as boas interpretações garantem o clima.
Um dia incomum para os personagens, como tantas vezes acontece com a gente, instantes decisivos em suas carreiras e vidas, e problemas cotidianos.
Filhos, família, emprego, sorte, relacionamentos.
George Clooney, no papel de George Clooney, do qual ele já conseguiu se livrar, apresenta tudo o que alguém pode precisar de charme. Olhe e aprenda.
como já diziam o Léo Jaime e o Kid Abelha (Leoni e Paula),
o gesto exato, como andar, um certo ar cruel de quem sabe o que quer,
tudo prá impressionar. Luz de fim de tarde, rosto em contra-luz... Uma lição que pode ser aprendida. Se não perder nenhum detalhe.
(Onde foi que eu errei?)
Alguém, neste mundo, até alguma destas poucas pessoas que tem lido este blog,
mas leem, pelo menos eu espero, até o fim)
Estava linda em Into the Night, 1985. 
Jovem, aos 26, misteriosa e chega a aparecer nua em cena. UAU!!! 
Mas era com Jeff Goldblum. Não Clooney.
Ninguém que pudesse desviar a (nossa) atenção de Michelle.
Eu gosto do Jeff, muitos não gostam, mas pouco tem a nos ensinar.
Pode-se aprender mais com Clooney.
mas isto é óbvio demais.
Estava FABULOSA em Susie e os Baker Boys, 1989.
De novo, jovem, aos 30, FABULOSA, muito mais do que os Baker Boys.
Jeff e Beau. Bridges. Nada para desviar a (nossa) atenção de Michelle.
Cantando My Funny Valentine, Rodgers e Hart. UAU!!!
Letra e Música, Rodgers e Hart. My Funny Valentine, 1937.
ConspiraçãoTequila, Mentes Perigosas,
Íntimo e Pessoal.
E não quero mais falar sobre isso.

Mas, voltando a Michelle Pfeiffer, em Um Dia Especial,
ATÉ o personagem de George Clooney admite que ela é a mulher mais linda que ele já viu ! ! !
mais do que o linda normal de Amanda.
Devidamente produzida, e nem assim ameaça Michelle.

Provavelmente o comentário dele nem estava no roteiro, deve ter sido de improviso.
Ao longo do dia, a produção original dela vai se desintegrando,
graças a intervenções do filho.
Acidentais, mas filhos são filhos, e isso foi bem real.
Começa o filme, linda.
Ao fim do dia, especial, longo, decisivo, cansada, chorando, molhada, correndo, stressada, e ainda assim... Linda.
Em uma sequência, após revisão das anotações de charme Clooney, ela se produz.
Não queria parecer, ou se sentir, uma "mãe cansada".
Quis se produzir para um encontro.
Ela já estava linda de pijama manchado. UAU!!!
Mas pede intervalo, se produz, e retorna.
Linda. Desculpem a repetição, mas é Michelle. Pfeiffer.
E ao longo de toda a noite. Todos os dias. Sempre. L&L
Um filme legal, divertido, com final feliz. Perfeito para sessão da tarde.
Termina com Michelle Pfeiffer. Como não teria um final feliz?
Passou na tv. Longe de qualquer controle meu. Acidental. Sincronicidade.
O filme certo, no instante certo. Nem antes, nem depois.
Hoje temos dados e recursos para planejar tudo, nem sempre foi assim,
mas gosto dessa imponderabilidade.
Claro que a reprise frequente das emissoras torna o filme comum,
mas nós poder assisti-lo num dia tranquilo, e feliz, cria... Um Dia Especial.
Nem vou falar de recomendações médicas...
p.s. Adoro cinema.
Aloha a todos!
